Bolha de sabão.
Dei por mim a pensar: e se o mundo fosse, na realidade uma bolha de sabão e, tal como ela, estivesse prestes a rebentar perante a sua fragilidade ignóbil? E se tudo aquilo que concebemos durante séculos de um existencialismo precoce, fosse destruido com um simples tocar de um dedo exterior? E se tudo aquilo em que acreditamos não passa de uma concepção ridícula de algo inalcançável?
O mundo, enquanto concepção universal, poderá nunca ser uma bolha. No entanto, tenho perfeita noção de que o ‘meu’ mundo é uma bolha e eu sou o seu sabão. Resta saber quem me soprou.
(ouço a chuva a cair e o marasmo intelectual escorre por entre ruelas pútridas e bafias, dando lugar a uma lavada imagem de um cérebro cansado.)

LOOOOOOOOOL
Traduz “Resta saber quem me soprou.” para Inglês e perceberás porque me rio.
O mundo é uma bolha, ás vezes forte, outras vezes fraca mas é uma bolha. Nunca estás verdadeiramente seguro numa bolha, são demasiado frágeis.
Deixa estar, André Alves é PODEROSOOOOO-ooooooo *tosse loucamente* acabaram-se-me as hormonas…
hahahahahah